Joga fora no meu lixo: camisão de linho

Este vestido/camisa foi dado por minha madrinha. Ela mandou soltar as costuras para caber em mim, hihihi. Ficou super confortável e casual.

Sempre achei estranho usar esses camisões sem calça por baixo, mas como eu estava num dia relax, não achei que afrontou tanto assim. Não era tãooo curto e o detalhe de amarração no decote tira o foco das pernas. Nos cabelos, coloquei uma tiara de cerejas para alegrar o final de tarde. Nos pés, uma sapatilha básica de sempre.

A cor crua voltou a moda. Neste calorão é bom usar cores claras. Você se sente até mais leve.

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Acontece

A aliança caiu no ralo do chuveiro.

A mão estava toda ensaboada ou era porque já não lhe cabia mais?

Ela se ajoelhou para tentar pegá-la, mas os reflexos foram mais lentos do que de costume.

Tudo parecia em câmera lenta ao seu redor.

Os dias eram mais dos mesmos. As noites mornas e sempre iguais.

Algo lhe dizia que ela não precisava se preocupar tanto. O aborto seria espontâneo. Mas ela não conseguia deixar de perder o sono por isso.

Uma angustia lhe tomava toda vez que parava para pensar, ou parava para ver o céu negro sem estrelas, ou parava para olhar as paredes brancas do seu quarto sem retrato.

Tanto passado, nenhum futuro. Aonde ficou aquilo tudo que ela reconhecia tão seu? Para onde foi tanto amor?

A aliança foi embora com a água, nem por isso ela abria mão. 

O que iria acontecer dali por diante não estava nas linhas do seu destino, agora faziam parte apenas de suas decisões.

 

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Joga fora no meu lixo: maxi floral

Para passar o domingo sem fazer nadaaaaaa, apostei numa blusinha com flores gigantes. O fundo claro com tons azuis, rosas e lilazes quase fizeram o sol se abrir novamente. Mas não. A chuva insistiu a cair. Por isso, fiquei em dúvida se usava a calça branca ou uma azul marinho. Ou se usava um saltão ou mocassim preto. Fiquei com a opção mais sóbria.

A blusa é da Riachuelo e tinha tudo pra ficar com cara de velha se as flores fossem mais miudinhas. O verão está apostando na versão maior é melhor. O decote em V valoriza os seios. A calça da Tommy Hilfiger é bem ajustada ao corpo, e isso é que o mais importa para manter mesmo o look mais básico em cima. E o sapatinho da feirinha de BH (presente da nega). 

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Livro do mês: Cidades de Papel

Quando eu encontro um autor que gosto vou até o final em suas obras. Depois de ter me derramado por “A culpa é das estrelas” e não ter morrido de amores por “Teorema Katherine” , dei uma chance a “Cidades de Papel”.

Comprei este livro do John Green há 3 meses (o começo é bem chatinho) e estava ensaiando o momento de começar a ler. É engraçado: quanto mais tempo a gente tem, menos encontra oportunidade para fazer o que realmente gosta.

Mas anteontem, me deitei sobre Cidades de Papel, e só sai de Chicago dois dias depois quando acabei de conhecer Q, Ben, Radar e Margo. Como sempre digo, os livros de John Green tem personagens adolescentes que estão se descobrindo e descobrindo o mundo. Mas, talvez por isso, e pela riqueza de detalhes, não acho a linguagem tão infantil a ponto de me sentir velha para a leitura. Eu embarco mesmo.

O livro conta a história de 2 vizinhos, com personalidades extremamente diferentes, que buscam deixarem de ser pessoas de papel, sem profundidade, para encontrarem a verdade de cada um.

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Mittwoch

Hoje almoçamos no Von Kessel, no terraço do Shopping Eldorado, para relembrar nossos tempos em Hamburgo. 

Escolhemos um prato tipicamente alemão. Juro que nem lá eu havia comido algo parecido (e tão delicioso). 

O prato Garni Paar é composto de joelho de porco, chucrute, spatzel (massa), salsichas branca e vermelha, batata cozinha e kassler. Custou 86 reais para duas pessoas, mas valeu pelo ambiente e por ser uma comidinha bem gostosa que eu ainda não conhecia.

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Provando: PatBo para C&A

Hoje eu acordei tristinha. Não era só meu cabelo que estava feio (está horroroso). Não era só porque preciso arranjar emprego em menos de 10 dias (e não tenho nenhuma entrevista marcada pela frente). Não era só porque enquanto a vida passa eu estou aqui sem perspectiva nenhuma, com vontade de fazer algo realmente radical, virar tudo para o alto, ser uma pessoa completamente diferente (e não ter a mínima ideia de por onde começar). 

Mas aí que o nego percebeu e me convidou para ir no Shopping Eldorado (meu lugar preferido na cidade e um dos que ele mais odeia, tudo por causa da dobradinha compras x multidão). E eu fui. Levei minha ¨filhota¨ à tiracolo (porque a mamãe não sabe viver sem a máquina fotográfica dela, né?). E enfrentei a estreia da PatBo na C&A. 

Preste atenção na logística: enquanto eu estava na fila, atrás de umas 20 mulheres ensandecidas, o nego pegava todos os vestidos com a numeração 40 disponíveis (ui, ui). Depois de meia hora, lá estava eu experimentando o primeiro PatBo da minha vida, numa versão um pouco mais pobrinha (preciso confessar).

Já falei da Patrícia Bonaldi umas duas vezes aqui no blog. Minha conterrânea (aô Uberlândia) conquistou o Brasil e o mercado internacional com peças bordadas à mão, aplicações de pérolas, rendas e pedrarias. Se tinha um casamento glamuroso, um evento chiquérrimo, um aniversário de capa de revista, lá estavam todas blogueiras e fashionistas disputando por um modelo exclusivíssimo para a grande festa.

Elas saiam de lá como cinderelas. A releitura das saias bolo de noiva se transformaram em uma versão bailarina chique. Mas é lógico que o material conta muito nessas horas e C&A significa economia. Mesmo que as peças custem de 129 a 249 reais (nada em conta), elas não saem por 10 a 30 mil doletas, então as compradoras pouco estão se importando se alguns canutilhos já vem desbotados e as pedras não sejam tão preciosas assim.ImageImageImageImageImageImage

Eu não gostei de nenhuma roupa (em mim, que isto fique bem claro). Afinal, a essa altura do campeonato eu não estava mais tão tristinha, mas meu cabelo continuava UÓ. E eu também não sou adepta a comprimentos tão micros. Mas se eu tivesse de super bom humor o vestido rosinha estampado até que faria meu agrado em dias de princesa (ou no Natal e Ano Novo).

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Habib Ali Restaurante Árabe

Este post foi escrito pelo nego, mas eu compartilhei de cada mordida.

É no centro de São Paulo, é pequeno, é quente e você sai defumado, não oferece nem um tipo de luxo ou extrema limpeza mas tem o melhor Shawarma (Kebab) que já comi por aqui, excelente tanto quanto aos dos imigrantes libaneses em Amsterdam. Ambiente familiar e a esposa do comandante dos roletes de carnes é muito atenciosa e nos trata como da família.
“Pode pegar filha, aí na geladeira” se dirigiu à minha esposa apontando pro refrigerante.

Fica na Av. Rio Branco, 443, São Paulo
Se você ligar: 3224.8868 vão informar que está aberto até às 18h.

Obs: Não pode ter nojo, tem que amar outras culturas e ser muito mulher para sentar lá com o maridão. Mas eu estava achando tudo o máximo, apenas preocupada com a multinha se passasse alguma polícia e visse que havíamos estacionado o carro em local proibido.

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