Provando: PatBo para C&A

Hoje eu acordei tristinha. Não era só meu cabelo que estava feio (está horroroso). Não era só porque preciso arranjar emprego em menos de 10 dias (e não tenho nenhuma entrevista marcada pela frente). Não era só porque enquanto a vida passa eu estou aqui sem perspectiva nenhuma, com vontade de fazer algo realmente radical, virar tudo para o alto, ser uma pessoa completamente diferente (e não ter a mínima ideia de por onde começar). 

Mas aí que o nego percebeu e me convidou para ir no Shopping Eldorado (meu lugar preferido na cidade e um dos que ele mais odeia, tudo por causa da dobradinha compras x multidão). E eu fui. Levei minha ¨filhota¨ à tiracolo (porque a mamãe não sabe viver sem a máquina fotográfica dela, né?). E enfrentei a estreia da PatBo na C&A. 

Preste atenção na logística: enquanto eu estava na fila, atrás de umas 20 mulheres ensandecidas, o nego pegava todos os vestidos com a numeração 40 disponíveis (ui, ui). Depois de meia hora, lá estava eu experimentando o primeiro PatBo da minha vida, numa versão um pouco mais pobrinha (preciso confessar).

Já falei da Patrícia Bonaldi umas duas vezes aqui no blog. Minha conterrânea (aô Uberlândia) conquistou o Brasil e o mercado internacional com peças bordadas à mão, aplicações de pérolas, rendas e pedrarias. Se tinha um casamento glamuroso, um evento chiquérrimo, um aniversário de capa de revista, lá estavam todas blogueiras e fashionistas disputando por um modelo exclusivíssimo para a grande festa.

Elas saiam de lá como cinderelas. A releitura das saias bolo de noiva se transformaram em uma versão bailarina chique. Mas é lógico que o material conta muito nessas horas e C&A significa economia. Mesmo que as peças custem de 129 a 249 reais (nada em conta), elas não saem por 10 a 30 mil doletas, então as compradoras pouco estão se importando se alguns canutilhos já vem desbotados e as pedras não sejam tão preciosas assim.ImageImageImageImageImageImage

Eu não gostei de nenhuma roupa (em mim, que isto fique bem claro). Afinal, a essa altura do campeonato eu não estava mais tão tristinha, mas meu cabelo continuava UÓ. E eu também não sou adepta a comprimentos tão micros. Mas se eu tivesse de super bom humor o vestido rosinha estampado até que faria meu agrado em dias de princesa (ou no Natal e Ano Novo).

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