The Voice começou

Como vocês estão cansados de saber eu amo o The Voice brasileirooooo. As pessoas com que convivo às vezes torcem o nariz dizendo que não assistem ou preferem o programa americano ou canadense. Mas gente, sem dúvida nenhuma eu também iria gostar de todas as versões se tivesse uma TV a cabo, mas como na minha casa só pega a Globo, eu me dou ao luxo de aumentar o volume do som no último e me concentrar na voz dos participantes.

Ontem, confesso, não consegui deixar de conversar com o nego durante as apresentações. Ele achou a Claudinha tão mal vestida que não adiantou eu explicar que ela estava com um suéter piedle poul da Channel, um colar de leão dourado da Hermès, e uma sainha preta linda rodada que todas it girls usam e eu sempre quis ter uma. Tive que concordou que alguma coisa não ornava, mas eu acho que não era no look. Talvez no olho tudo e boca nada, ou no cabelo com o franjão anos 50, ou mais ainda, porque depois de 3 edições acabamos nos acostumando com ela e enjoando do excesso de interpretação teatral nada espontâneo. É, cansou.

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Por isso, quando minha bff mandou um whatsup me dizendo que se arrepiou com a menina de preto fiquei um pouco confusa. Primeiro, porque quase todas as participantes foram de preto: a menina de 17 anos que cantou “Tocando em frente” e não foi escolhida; a Livia que conquistou o Daniel interpretando Ivan Lins com sua voz grave; a Nise que foi a rockeira da vez com uma música de Rita Lee, Stephanie que mandou ver com “Set Fire To The Rain”mas ficou um pouco nervosa na apresentação; Hellen Lyu que ficou atrás da cortina para nos sentirmos um pouquinho na pele dos técnicos e surpreendeu com “Valerie”; E teve quem não foi de preto mas eu pouco consegui ver a roupa que estavam usando diante da imensidão da voz: a loirinha com olhos doces, Priscila, que nunca tinha pisado em um palco e foi impecável com “The Scientist” do Cold Play; Bruna Tatto que cantou Michael Jackson com alma; Carla Casarin com sua flor no cabelo e samba no pé; Deena Love, um homem que se transvestil para interpretar as divas dos anos 50 que sua avó admirava.

E assim como no ano passado, para levantar a plateia e a audiência, o The Voice começou com um negro, o Gabriel Silva, que domina o blues; Ricardo e Ronael que venderam o caminhão do pai para viverem de música e homenagearam afinadíssimos o Chitãozinho e Xororó; e Dudu que completou o time masculino e teve sua segunda oportunidade cantando “Tente outra vez”.

Ao todo foram 12 participantes. E eu tenho minhas predileções. Mas gostaria de saber de vocês e da bff, lógico, que voz vocês comprariam um CD e escutariam inteirinho numa viagem de carro? Costumo fazer este exercício para saber se gosto mesmo do cantor. – Eu amaria ouví-lo cantar por 1 ou 2 horas inteirinhas? Façam as suas apostas que no final do programa, quem adivinhar a próxima voz do Brasil ganhará um presentinho do blog.

Agora toda quinta temos um compromisso imperdível, hein?

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