O ano novo ao redor do mundo

Mc Donald’s também é cultura. Um amigo foi lanchar e trouxe um folheto com curiosidades sobre a virada do ano ao redor do mundo. Achei muito interessante e decidi compartilhar com vocês.

Sabia que na China, o ano (do carneiro) começa em 19 de fevereiro? Que em Israel, o Rosh Hashana, é só dia 13 de setembro? Na Arábia Saudita, o 1 Muharram, acontece dia 15 de outubro? E na Índia, o ano novo Hindu dá início no dia 21 de março? Muito legal, não é mesmo?

Em cada cultura, ele é comemorado de um jeito. Enquanto aqui no Brasil, as pessoas que vão para o litoral, passam a virada pulando sete ondinhas e fazendo seus pedidos, sempre vestindo branco, na Filipinas eles usam roupas de bolinhas e comem coisas redondas pois acreditam que os círculos são símbolos de prosperidade.

No Canadá eles mergulham em rios geladíssimos para realizar as promessas feitas por amigos e parentes (que sorte meu irmão não estar lá este ano, bruuuuu).

Na Alemanha eles decoram suas casas com porquinhos de chocolate e marzipã, simbolizando sorte e fartura.

Nos Estados Unidos e na Europa é tradição beijar alguém debaixo de um ramo de visco. Achei romântico.

No Peru existe uma tradição andina, não tão romântica assim, chamada Takanakuy. No final de dezembro, quem está brigado se encontra pra brigar um pouco mais, acreditando que assim vão começar o ano sem desavenças.

No País de Gales eles tentam pagar suas dívidas até o último dia do ano para não entrar o novo ano no vermelho.

Na Espanha, um pouco como a gente, comem 12 uvas à meia-noite, uma uva para os próximos 12 meses.

Na Escócia eles dão um biscoito de aveia chamado Hogmanay para as crianças.

No Camboja, crianças lavam os pés dos pais e avós, simbolizando respeito aos antepassados e recebendo bençãos em troca.

Na Dinamarca é costume quebrar pratos na porta da casa dos seus amigos, na noite de ano novo.

Na China, fazem igual meu marido, uma grande faxina em casa e também decoram a casa com coisas vermelhas.

Na Suíça, imagina que excêntrico, deixam cair um pouco de sorvete no chão para celebrar.

Na Venezuela dão uma volta no quarteirão segurando uma mala vazia significando que será um ano cheio de viagens. Oh coisa boa!

No Equador queimam fotos de coisas que não querem levar adiante no próximo ano, em uma fogueira que simboliza o desapego.

No Japão acreditam muito no primeiro sonho do ano. Se for com o Monte Fuji, 2 águias ou 3 berinjelas, será um ano de muita sorte. Huahuahua.

É isso galerinha, cada um se apega como pode.

Eu costumo a agradecer o ano que passou e fazer uma lista de desejos para o próximo ano. E vocês, como passam a virada de ano? Com a família ou os amigos? Tem alguma supertição?

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Dancing Greys

Encontrar o look certo para a festa de anos 70 da agência não foi nada fácil. Não tive tempo de sair pra alugar, então tive que improvisar com o único vestido que eu não tinha usado para vir trabalhar.

Como estava um pouquinho curto, coloquei uma legging preta com brilhos dourados por baixo do vestido. Foi bom para me dar liberdade na hora de dançar, mas chegou uma hora que estava quente braza, e ainda tinha o lenço amarrado na testa pra colocar mais lenha na fogueira…apesar de que o campeão de inconveniência da noite foi o tamanco que pesava uma tonelada e acabou fazendo o pé doer (uma salva de palmas pras minhas amigas que vieram de sapatilha e rasteirinha).

Este post é pra falar da roupa escolhida, como peguei as cores padrões do lenço (roxo, dourado e preto) e tentei combiná-las com a roupa e a make. Ouvi muitos elogios em relação a o que fiz no cabelo pra ficar enrolado. E para você posso revelar o segredo: lavei e deixar secar naturalmente (como nunca ninguém tinha visto antes por aqui).

Mas não posso deixar de contar sobre alguns detalhes da festa. Tinha videokê, DJ, cabine fotográfica, tequileiros, muita comida e bebidas variadas, jogos, o ex-integrante do grupo Dominó, além da presença ilustre dos donos da agência: Walter Longo e Roberto Justus. Quando eu vi já estava em cima do palco cantando Lança Perfume da Rita Lee, e outros sucessos das discotecas da época: Abra suas asas, solte suas feras, caia na gandaia, entre nessa festa… E foi o que todo mundo fez. Sem medo do amanhã. Felicidade no último grau.

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Programa da Sabrina

Ontem tive uma experiência incrível. Dei uma fugidinha no meio da tarde para conhecer a Sabrina Sato de pertinho. Sou fã dela desde o BBB (há 11 anos), quando ela usava aquelas sainhas rodadas estilo colegial e namorada o Dhomini, meu conterrâneo.

Não foi bem como eu imaginava, daqueles momentos fãzoca se declarando pro ídolo. Estava no programa dela que vai passar dia 31 de janeiro, então fiquei mais discretinha, tirando fotos bem no estilo low profile.

Também, comparado ao público animadíssimo, que prestigiava a banda Calypso, o Belo e a Babi (ex-panicat), só dei vexame quando sentei na beirada do palco e levei um choque na bunda que me fez pular alto (ou gritar, não sei bem) e acabou chamando a atenção de 3 câmeras man que vieram prontamente perguntar se eu precisava de ajuda. – Não, não, estou bem. Só não vou sentar mais pelas próximas 6 horas.

E foi assim, de pé, que acompanhei a Sabrina se divertindo e trabalhando muitooooooo. Fiquei cansada por ela. Afinal, ela gravou um programa de 4 horas, correu pra se trocar no camarim e gravou outra programa de 4 horas, num salto 15, super fino, sem perder a elegância. O outro programa seria com o Latino, Pepê e Nenê, mas este eu passei.

Fico devendo uma foto nossa pra vocês, mas com um pressentimento que este encontro será em breve.

Ah, esqueci de dizer: ela é magra, é linda, é alta, é simpática, é tudoooo.

Obrigada Renatinha.

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Meu Ben

Este último mês não tem sido muito fácil pra mim. Fiquei revivendo as lembranças do último Natal. Não, ninguém morreu. A família estava toda reunida. Mas tinha uma sucessão de azares acontecendo na minha vida que culminou num debate existencial tão grande…Resultado: não parei de chorar e ainda prometi que no próximo ano passaria o Natal com a família do meu marido. Não para negar a minha (nunca), apenas para compartilhar todo este amor que sinto com ainda mais pessoas (aumentar a família).

Mas como depois do ano mais difícil de toda a minha vida ainda sou capaz de ter tanto amor dentro de mim? O que, na virada para 2015, poderei realmente agradecer? Graças a Deus, a resposta para todos meus questionamentos é o mesmo: meu lindo afilhado e seus gentis pais.

Todos os dias nascem milhares de bebês pelo mundo e eles vem com o propósito de modificar a vida das suas famílias. Tamanha responsabilidade para uma coisinha tão pequenina. Mas prefiro acreditar que assim como ensinam a nós, fazem isso sem peso nenhum, da maneira mais pura. Como se encher corações com imensa felicidade fosse uma tarefa fácil.

E foi assim que o Benjamin chegou na minha vida. Eu poderia ter escrito um poema falando dos seus olhos verdes acizentados, de como ele joga o rosto pro lado e pisca fazendo charminho, de como ele acorda sorridente a qualquer hora do dia. É genioso, cheio de personalidade, mas nunca chorou ou deu trabalho para ninguém. É guloso, curioso, atento, amoroso, e adora um espelho.

Fez nascer em mim a vontade de ser mãe e ter a certeza de que nunca existirá maior amor no mundo. Porque ele me trouxe maturidade, força de vontade, discernimento para fazer minhas próprias escolhas. Uma semana longe dele parece uma eternidade. Virei uma pessoa caseira que prefere o almoço de domingo do que as saidas noturnas aos barzinhos com meu marido. Este virou nosso único tema, o único motivo, e quando nosso afilhado não está por perto, nada faz sentido.

Simmmm, se eu fizer uma avaliação, devo ter algum dia criticado um amigo que virou pai e se afastou da turma. Acontece nas melhores famílias. É uma mudança de hábitos muito grande. Mas a verdade é que ele descobriu um significado para vida e muita coisa perde a relevância depois disso. A verdade é que ele recebeu a dádiva de contemplar cada momento de silêncio e descobertas. Um dia ele volta, e teremos tempo para ouvir este ser humano transformado por tanta sabedoria.

Benjamin, amanhã você faz 1 aninho de vida. A madrinha não vai ser perfeita para você em todos os anos que passaremos juntos. A madrinha é muito falha e poderá, sem querer, te magoar. Espero dar o exemplo de que tendo amor no coração, as intenções serão sempre as melhores. Espero não te decepcionar nunca. Eu te amo demais. Nunca senti amor maior nesta vida. E agradeço todos os dias por isso. Pelo presente que nem sei se merecia, mas Deus me deu. E espero poder corresponder.

Obrigada papai Bruno e mamãe Samantha por iluminar nossos dias. Obrigada titio Alexandre por se mostrar um pessoa ainda melhor, um pai (drinho) exemplar. Obrigada vovós por nos ensinar a crescer através do amor. E viva o Ben. VIVA!!!!

10 meses benj

Cineminha da semana

Assisti vários filmes semana passada, mas O Doador de Memórias e Old Boy foram os mais estranhos e, ao mesmo tempo, expressivos. Não consegui julgar se amei ou odiei. Apenas sei que não foram escritos para passarem como sessão da tarde, eles foram criados para deixarem alguma marca (qualquer que seja ela).

Em O DOADOR DE MEMÓRIAS, uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade. O filme tem imagens lindas e arrebatadoras do nosso dia a dia. A princípio pode parecer meio adolescente, mas é um filme de descoberta, para voltarmos a valorizar os feitos do homem, as pequenas grandes coisas do nosso dia a dia. Um filme filosófico e contemplativo que conta com estrelas do cinema Jeff Bridges, Meryl Streep, Katie Holmes, Taylor Swift.

Já OLD BOY, um filme de Spike Lee, Joe Ducett (Josh Brolin) é um homem arrogante e irresponsável, que enfrenta problemas no trabalho e com a família. Um dia, ele acorda em um quarto, e descobre que foi trancado lá dentro. Pelos próximos 20 anos, Joe permanece em cativeiro, sem saber quem o sequestrou e porquê. Enquanto isso, ele descobre pela televisão que sua ex-esposa foi assassinada e que ele é o principal suspeito. Um dia, Joe é liberado. Com a ajuda de uma assistente social (Elizabeth Olsen), ele terá apenas três dias para descobrir quem o prendeu, porque foi preso e, acima de tudo, porque foi solto. É um filme que fala do amor de maneira doentia, até repulsiva, e de até onde vai um amor de pai para filha. É nojento, repulsivo, mas ao mesmo tempo bemmm forte e alucinógeno.

E aí, vão pagar pra ver?capaodoador url